Mostrar mensagens com a etiqueta LAMBRANDO AMIZADES. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta LAMBRANDO AMIZADES. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

LEMBRANDO AMIZADES





5ª PARTE

 




16-Ago.1987
É um domingo triste, embora já não pertencesse ao grupo, é com consternação que acolhemos a notícia da morte do Simões. Todo o grupo prestou condolências à família desejando que o nosso amigo descanse em paz.
 
17-Out.1987
Quase todos nós, aficionados do fado, começamos a frequentar o Fafe aos sábados à noite. O bacalhau frito e a feijoada em pratos de barro, não era de mais, mas o convívio de fado era excelente, com o Fafe a fazer contas (39 e 9 e 9) estava sempre certo... A simpatia era relevante e a malta gostava do convívio.
 
08-Dez.1987
Termina o 2º ano da caixa da “Cambada”. O movimento subiu para 2.284.180$00, com levantamentos na ordem dos 1.636.000$00. Na distribuição de lucros vai calhar a cada um: 16.436$00. O grupo vai bem e recomenda-se, tanto que os pedidos para novas entradas são enormes.
 
11-Dez.1987
Começa o 3º ano da caixa da “Cambada” e novas alterações de sócios acontecem, saem: Chico e Gil, Conceição (esposa do Toni candeeiros), juntamente com o casal Arménio. Entram: Lima e Morais, Celeste (cunhada do Gonçalves), Beta do café Bem Amado e a Marta (filha do Gonçalves).
 
17-Dez.1987
A Adega D. Fafe, faz uma homenagem aos seus clientes e entrega ao grupo uma medalha para comemorar a nossa assídua presença, estamos no Natal de 1987.
 
05-Mar.1988
Sai para a rua o 1º Rali da Cambada. Os 6 carros ficam assim distribuídos por sorteio, os pilotos e os penduras:    
                      Carro nº1 – Carlos e Arnaldo
                      Carro nº2 – Ascensão e Morais
                      Carro nº3 – Jaime e Lima
                      Carro nº4 – Toni e Edgar
                      Carro nº5 – Franklim e Gonçalves
                      Carro nº6 – Sousa e Miguel
 
O Manuel organiza com a ajuda do Alfredo.
O Carlos por indisposição súbita desiste e o Arnaldo vai ter que convidar o Pereira para piloto, e assim o carro nº1 está presente no Rali. O Toni vai ter que ir a um casamento de “repente” e o Edgar convida o Jorge para piloto e o carro nº4 também não desiste.
Num memorável jantar com fados, onde o Zé Nunes e o Hipólito Novais são os tocadores, vão estar presentes o Lima Querido, José Ferreira, Joaquim Lopes, Rosa Cruz e o Joaquim Duarte, assim como o fadista privativo do grupo o Manuel Gonçalves. É oferecido um prato ao restaurante “O Monge”, para perpetuar o acontecimento. A Carolina ganha um prémio extra por ter escrito em menos tempo, os títulos de 29 telenovelas. Ao fim são entregues os prémios do Rali e a classificação ficou assim:
 
1º Lugar – Franklim e Gonçalves com 160 pontos
2º Lugar – Jaime e Lima com 350 pontos
3º Lugar – Ascensão e Morais com 420 pontos
4º Lugar – Pereira e Arnaldo com 440 pontos
5º Lugar – Sousa e Miguel com 480 pontos
6º Lugar – Jorge e Edgar com 560 pontos
Dos 45 lugares à mesa, (onde o Carlos já melhor da indisposição que o afectou, não faltou), fazem parte os familiares dos concorrentes e ainda a Beta, as filhas do Futuro e do Jorge.
 
13-Mar.1988
A Cambada vai ao fado à Adega D. Fafe e oferece à casa um prato do grupo. A gerência retribui com uma placa de bronze em homenagem à presença cada vez mais assídua do grupo.
 
09-Jul.1988
Os amigos do Fado vão a um inesquecível almoço com fados ao “Moreira” a Penafiel. Vamos 27 amigos e convidados, assim:
Manuel – Gerardo – Carlos Alberto – José Carlos Alípio – Zeferino – Miguel – Sousa – Edgar – Morais Pereira – Gonçalves – Alcídio – Mário – Alfredo Jaime – Santos – Alberto Sousa – Manuel Sousa – Aristides – Lino – Joaquim Miranda (viola) David Silva (guitarra) – Joaquim Duarte (fadista) Paulo Borges (fadista) – Lourenço Carvalho (fadista) Chico Lisboa (fadista). Foi muito divertido, desde o Rancho Folclórico que o Paulo descortinou, até ao poema que um cliente da “Torralta”, nos ofereceu. Foi descerrado mais um prato para a colecção do “Moreira”, mas desta vez, só o Gonçalves pôs o pé no lago por acidente.
 
04-Set.1988
A Cambada organiza um passeio ás “Tetas da Onça” na Pateira de Fermentelos com amigos e familiares. Somos 50 e enchemos uma camioneta da Agência Terra Nova. A Graça (guia excursionista) vai connosco e os componentes são:
Carlos – Maria – Laurinda – Pedro – Maria Rosa
Manuel – Olga – Helena – Modesta
Sousa – Ermelinda – Jorge – Manuela – Fernando
Gonçalves – Carolina – Sílvio – Marta
Jaime – Fernanda – Cláudia – Marta
Edgar – Nídia – Leonel
Arnaldo – Amélia – Miguel – Joana
Miguel – Fernanda – Maria João – Joana
Lima – Ricardina – Bruno
Ascensão – Teresa – Marta – Ricardo
Pereira – Irene – Isabel – Ricardo
Beta – Ana Mesquita
Carlos Fafe – Carminda
Fernando Lima – Amélia Lima
E ainda o Zeferino e a esposa Dona Antónia, que foram ter connosco em transporte privado.
Houve Folclore durante o almoço e festa prosseguiu pela tarde dentro.
 
Ausentes: Morais – Franklim – Celeste – Tony
Gastou-se: 45 Adultos X 2.700$00 = 121.500$00
                   5 Crianças X 1.350$00 =     6.750$00
                                                  Total: 128.250$00

10-Set. 1988
Convívio com convite feito a todos os que passaram pelo grupo ao longo destes dez anos. Efectuado no restaurante Sheik, com um copo-de-água onde foram distribuídas medalhas comemorativas a todos os presentes.
 
 
29-Nov.1991
Encerra o 6º ano da caixa da Cambada. Teve um movimento crescente de 8.608.450$00 de entradas e 6.727.000$00. A divisão de lucros teve a importância de 36.150$00 a cada sócio.
 
06-Dez.1991
Recomeça novo ano da Cambada, o 7º. Este ano vai haver alterações importantes, é criada uma lista de 19 sócios suplentes. A ideia é cotizarem só com o objectivo de fazerem parte do passeio anual do grupo, além de poderem fazer o seu cofre com o mesmo objectivo. São eles: Natália, Ricardo e Joana (*) (esposa e filhos do Franklim), Helena, Teixeira, Madalena e Gualter e ainda Tânia (Filhas, Nora e genro e neta do Manuel), Zita e Pedro (Namorada e filha do Carlos), Mª João e Rita (filhas do Miguel), Ricardina e Bruno (esposa e filho do Lima), Isabel e Ricardo (filhos do Pereira), Hugo (filho do Duarte), Ana Mesquita e Júlio (pais da Beta). Quanto aos sócios, saem o Serrão e a Celeste e entram a Ondina (esposa do Duarte) e a Modesta (filha do Manuel).
(*) Estes 3 sócios suplentes, mais o sócio efectivo Franklim não vão estar presentes nos passeios.
 
14-Dez.1991
A Cambada organiza neste dia, para comemorar o 6º aniversário do grupo, um jantar com fados no Solar de Grijó. Só 5 casais vão estar presentes: Manuel / Olga; Sousa / Ermelinda; Carlos / Maria; Pereira / Irene; Duarte / Ondina. Vão ainda mais 7 casais como acompanhantes: Irmão do Sousa e esposa; Manuel Soares / Isilda; Ferreira / Teresa; Teixeira / Helena; Toni / Madalena; Zé Futuro / Rosa; Zeferino / Antónia. O Elenco é muito agradável de ouvir, pois faz parte o Carlos Reis, Margarida Lima, Rosina Andrade e o António Passos, além dos “nossos” fadistas Gonçalves e Duarte…
 
10-Fev.1992
Funeral do pai do Pereira, o grupo oferece uma coroa de condolências.
 
06-Set.1992
A Cambada organiza o seu passeio anual ao Solar do Casarão em Santa Marinha do Zêzere. Todos os sócios depois de pago o passeio, ainda recebem 2.000$00 cada um para esse dia. Depois de passar pela Régua, almoça-se no Casarão e passa-se uma bela tarde a dançar e na piscina. São distribuídos pelos sócios, chávenas e cinzeiros com o logótipo do grupo. Ao fim da tarde ainda passamos pelo famoso Quilowatt em Amarante para a merenda.
 
06-Out.1992
Vamos a um passeio “Terra-Mar”, com almoço no Coelho e Mariscada em Matosinhos. Gastamos:
                       Café Silveira: 640$00 
                         Quilowatt: 7.700$00
           Cabrito no Coelho: 64.000$00
                    Marisqueira: 62.000$00
                            Total: 134.340$00
Foram: Carlos, Sousa, Manuel, Morais, Edgar, Miguel, Pereira, Gonçalves, Duarte, Fernando, Mota, Carlos Alberto, Sílvio, Jorge Lima, Teixeira, Arnaldo, Toni (amigo do Mota). Os sublinhados tinham estado 15 dias antes no Coelho para marcar o almoço e acabaram nas festas de S. Gens na Lixa até ás tantas, com os donos do Café Silveira em momentos inesquecíveis. O Carlos Alberto fica nu em plena estrada de Amarante, troca de roupa depois de “uma” monumental bebedeira. Por sorte o amigo do Mota traz um fato de treino no carro. Vamos levá-lo a casa e o Pereira leva-lhe o carro à ida para  a mariscada em Matosinhos.
 
 
04-Dez.1992
Termina mais um ano da Cambada. As entradas são de 7.169.000$00, as saídas de 5.236.800$00. Quanto à distribuição dos lucros chega aos 32.150$00. A partir desta data vai haver um interregno na caixa que tem em vista grandes alterações.

LEMBRANDO AMIZADES

 





6ª PARTE






11-Jun.1993
São apresentados novos estatutos que têm em vista o não recebimento dos lucros no final do ano, para se juntar verba suficiente para um passeio de 3 dias. Não há acordo total com os novos estatutos, só 20 sócios aderiram a eles, sendo eles:
Duarte e Ondina * Teixeira e Helena * Morais e Ana * Carlos e Maria * Lima e Ricardina * Arnaldo e Amélia * Sousa e Ermelinda * Fernando e Manuela * Manuel e Olga * Pereira e Irene.
Fica no ar um certo desentendimento que mais tarde se vem a concretizar.
 
07-Dez.1993
O Grupo oferece uma prenda de casamento à filha do Sousa no valor de 9.000$00
 
18-Dez.1993
Termina o último ano da caixa da Cambada, depois de votação para a não distribuição dos lucros em conformidade com o aprovado pelos estatutos, onde se previam fases sucessivas da caixa. Esta votação culminou com a saída do José Carlos e do Sousa. A Cambada desmoronou-se de vez com esta cisão e o grupo divide-se em dois. Sem ressentimentos entre os amigos de longa data, estava aberto o caminho para o nascimento de dois grupos com ideias diferentes. É distribuído nesta data 384.250$00 (conforme contas apresentadas pelo tesoureiro José Carlos), pelos 20 sócios existentes.
 
7-Jan.1994
Depois da cisão já referida, nascem dois grupos distintos neste dia: o “CRAC” – Clube Recreativo, Amizade e Convívio e “Os Pioneiros”. Nos seus estatutos quase idênticos no que concerne a cotas, jóia, etc., tinham no entanto uma grande diferença nos seus objectivos, enquanto o primeiro tinha como preocupação principal os convívios recreativos, ou actividades culturais que visassem o bem-estar e a vontade dos seus sócios. O segundo focava a sua atenção principal, apenas nos lucros acumulados durante o ano e posterior distribuição. Porém, enquanto o “Crac” tentava levar a suas ideias avante com apenas 12 sócios: Manuel – Olga - Pereira – Irene – Morais – Ana – Arnaldo – Amélia - Lima – Ricardina – Duarte – Ondina.
 “Os Pioneiros” registavam 30 sócios inscritos nos seus cadernos, com o Carlos, o Sousa e o Ascensão à frente. 
 
24-Abr.1994
Como prova, de que embora com ideias diferentes os dois grupos coexistiam, o “CRAC” leva a efeito nesta data, um evento que pretendia demonstrar isso mesmo. Organiza um almoço com fados no “Moreira” em Penafiel e convida “Os Pioneiros” a estarem presentes. O almoço e a tarde desse dia redundou-se num êxito, estão presentes 60 pessoas entre casais amigos, fadistas e tocadores, são eles:
Rosa / António Passos – Lídia / António Tavares
Linda / Zé Ferreira – Ondina / Joaquim Duarte
Dina / Aurísio Gomes – Zeza / Lourenço Carvalho
Carolina / Manuel Gonçalves – Gaspar Gomes
David Ferreira e Hipólito Novais (guitarras), ainda:
Olga / Manuel Carvalho – Helena e Mário Teixeira
Irene / António Pereira – Ricardina / Manuel Lima
Ana / Aurélio Morais – Amélia / Arnaldo França
Fernanda /Jaime Pereira – Maria / António Mota
Armanda / Joaquim Lima – Júlia / António Castro
Natália / Miguel Castro – Fátima / Custódio Castro
Nídia / Edgar Almeida – Teresa / Manuel Ascensão
Natália /Américo Brandão – Ermelinda /A. Sousa
Maria / José Carlos – Amélia / Manuel Sousa
Ana / António Moreira – Rosa / José Epifânio
Berta / Afonso Peixoto / Modesta Carvalho
 
25-Jun.1994
São abertas as inscrições para o 1º Rali do Crac, depois de convite feito a alguns amigos, no entanto, pelo número das mesmas não ser suficiente, este rali não se chega a realizar. O descontentamento vai crescendo no seio do grupo. O Morais não aparece, só 5 amigos se vão juntando e o inconstante Pereira entra para sócio dos “Pioneiros”.
 
4-Jul.1994
Termina a caixa do Crac. Nesta data é feita a distribuição dos lucros e saldada a caixa. Há um débito de dois sócios no valor de 19.410$00, vão ficar a dever 1.941$00 a cada um dos 10 outros sócios. Mesmo assim, houve de entradas nestes cinco meses e meio 672.640$00, com saídas de 399.000$00. A divisão foi de 26.200$00 a cada sócio. E assim terminou o sonho efémero do Crac, com a culpa principal para este descalabro do próprio que mais incentivou e que contribui meses antes para a dissolução da Cambada, ficando ainda em débito com os restantes sócios.
Entretanto “Os Pioneiros”, que se organizam no café Lago Azul, vão de vento em popa.
 
27-Jul.1995
Quatro amigos de sempre, juntamente com as suas companheiras, fazem um passeio de desagravo à Penha em Guimarães. Carlos, Sousa, Miguel e Manuel, gastam 27.030$00 num almoço e lanche em Sto. Tirso.
 
 
14-Abr.1997
Desaparece um dos nossos maiores amigos, o Edgar parte para sempre do nosso seio, a dor é grande. Paz à sua alma e até qualquer dia amigo!
 
20-Jun.1997
Um grupo de 4 amigos que nunca deixaram de se encontrar ao fim-de-semana, para um copo e uma sueca, organizam um torneio no Feliz em Ardegães, são o Carlos, Pereira, Sousa e o Manuel. Deram a este pequeno grupo o nome de “Os Mesmos”. Neste dia o Manuel apresenta a proposta de os quatro cotizarem 1.000$00 por semana, para poderem estar presentes com as esposas na Expo’98 no próximo ano. A ideia foi prontamente aceite, pois era prevista uma enchente nos hotéis, que não eram nada acessíveis às nossas bolsas.
 
13-Jun.1998
Foram feitas as contas finais, tínhamos 52.000$00 cada casal, para viajar até Lisboa e passa lá dois dias a visitar a Exp’98. Mas… Sousa, Carlos e Pereira não vão querer ir, preferem antes gastar o dinheiro num passeio ao Minho. Apenas o Manuel quer muito ir à Exposição Mundial de Lisboa. Depois da divisão feita, parte cada um para seu lado. Definitivamente o grupo (os Mesmos) acaba.
 
04-Ago.1998
É sepultado em Ermesinde o Tony (trolha) como lhe chamamos. Mais um amigo que se vai... Sempre prestável e amigo do seu amigo. Até sempre Tony
 
 
05-Ago.1998
O Pereira e o Manuel vão representar o resto do grupo (agora inexistente), nas bodas de ouro do Moreira em Penafiel, honrando o convite feito anos antes. Pagam do seu bolso, a prenda, fadistas e tocadores para fazerem fado na boda como estava prometido. É mesmo o fim…
 
25-Mai. 2001
O Manuel e o Carlos vão neste dia ao funeral de mais um amigo, partiu o Lima Querido

25-Ago. 2003

O Manuel organiza um Passeio Mistério á cidade do Porto, fazem parte o José Carlos, Pereira, Sousa e Alfredo, com as respectivas esposas. O Passeio agradável com visita a lugares inesquecíveis da cidade. Tiraram-se fotos e o almoço foi no “Carpa” em V.N. Gaia.

 
11-Dez.2004  
Deste aglomerado de gente que durante anos deu vida a alguns grupos, apenas (e ainda bem), existe a caixa “Os Pioneiros” com quase 11 anos de vida.
Com certeza teve os seus revezes, mas o que importa é continuar a juntar à sua volta um grupo coeso de boa gente, e que consiga contribuir para melhorar os seus dias, nesta vida insípida e já de si difícil de levar.
Hoje sábado, soube que foram todos comemorar até ao “Moreira”, que todo corra bem são os meus desejos, fica em mim esta saudade desses tempos e um pouquinho de frustração, por não saber fazer amigos, ou não eram meus amigos?
Que a amizade nunca seja uma palavra vã, são os meus votos sinceros.
                                        
 
Entretanto parte alguns amigos
17 de Fevereiro de 2007, Ermelinda a esposa do Sousa
26 de Dezembro de 2013, José Carlos
Em Dezembro de 2016, termina de vez os Pioneiros
11 de Novembro de 2018, Manuel Gonçalves
4 de Setembro de 2020, Maria a esposa do José Carlos

ENQUANTO ME LEMBRO...